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No entendimento de Moraes, o CFM não possui competência correcional sobre a Polícia Federal (PF) e a iniciativa configura “desvio de finalidade da determinação, além da total ignorância dos fatos”.
O ministro ressaltou que, em decisão anterior, já havia determinado a disponibilização de
Abertura de sindicância
O CFM se manifestou, nesta quarta-feira (7), sobre o que chamou de “denúncias protocoladas” que questionam a assistência médica prestada ao ex-presidente Bolsonaro na Superintendência da PF, em Brasília.
A entidade afirmou que os relatos causam “extrema preocupação” e determinou a instauração de uma sindicância para apurar a situação envolvendo o ex-mandatário no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF).
Sem citar diretamente o STF, o Conselho ressaltou que a autonomia do médico assistente deve ser “soberana” na decisão sobre a conduta terapêutica.
Na madrugada de terça-feira (6),
Nesta tarde, Moraes autorizou Bolsonaro a realizar exames médicos em um hospital particular de Brasília. Ele foi escoltado por agentes da PF na ida e na volta da unidade de saúde.
O cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente, afirmou que os resultados confirmaram um quadro de “
A equipe médica de Bolsonaro aponta que a interação dos medicamentos usados para controlar suas crises de soluço foi a provável causa da queda.
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