Deputados federais, opostos no tabuleiro político,
O caso ganhou repercussão nacional na última semana. Dois magistrados da 9ª Câmara Criminal do TJMG, Magid, relator do caso, e Walner Barbosa Milward, votaram pela absolvição do réu e da mãe da vítima, que consentia com a relação da filha com o abusador.
O voto vencido foi da desembargadora
A decisão também repercutiu em outra ala política. O deputado Nikolas Ferreira também se posicionou de forma contrária aos desembargadores. Na última terça-feira (26),
Em conversa com a imprensa após o encontro, Nikolas defendeu que os desembargadores deveriam ser presos e sofrer “consequências administrativas”.
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Nesta quarta-feira, horas antes de um protesto marcado para as 15h30, em frente ao Tribunal de Justiça, Magid Láuar voltou atrás e decidiu manter a decisão de 1ª instância, que condenou o homem e a mãe da criança.
Nas redes sociais, Erika Hilton afirmou que a vítima “foi salva da Justiça de Minas”. Em uma publicação, a deputada disse, no entanto, que o recuo não significa uma “vitória”. “Sem a luta e as denúncias realizadas, a menina continuaria no convívio de um estuprador e de sua mãe que, em troca de cestas básicas, foi conivente com os abusos cometidos contra a própria filha. Essa seria só mais uma decisão que, mesmo afrontando o
Já Nikolas Ferreira, em vídeo publicado nas redes sociais, disse que se sente “grato” pela revisão da decisão, mas voltou a cobrar punições aos desembargadores que absolveram o homem e a mãe em segunda instância. "É uma vida que foi salva. Essa criança ainda terá um longo caminho pela frente para se reestruturar — mental, física e espiritualmente —, mas podem ter certeza de que agora foi tomada a primeira medida que já deveria ter sido tomada: que esse vagabundo irá voltar para onde nunca deveria ter saído — a prisão”, afirmou.
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