O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) disse à CNN, nesta quarta-feira (25), não achar “normal” que um preso possa decidir o futuro do país por meio do voto.
“Eu não conheço alguém que ache normal que alguém que está à margem da sociedade, cometeu um crime e está preso, possa decidir o futuro do país por meio do voto”, afirmou o parlamentar, que foi relator da matéria na Casa Legislativa.
O projeto aprovado pela Câmara reverteu as alterações feitas pelo Senado. O texto final retomou a previsão de corte de auxílio-reclusão destinado a familiares de líderes de facção, além da restrição ao direito de voto de presos envolvidos nessas organizações.
“O que fizemos foi uma questão de trazer moralidade e esperança ao povo brasileiro”, acrescentou.
O projeto segue agora para sanção ou veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).