O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), vereador
À Itatiaia, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) afirmou que, na última sexta-feira (30), foi determinado que o presidente da Câmara fosse intimado da decisão, com urgência, no prazo de até cinco dias.
Preocupação com o tempo
De forma “preventiva”, o presidente da comissão processante responsável por apurar a denúncia contra Ganem, vereador
A medida teria como objetivo proteger o andamento dos trabalhos diante da decisão judicial, mesmo sem uma notificação formal enviada à Câmara.
Segundo o presidente da Casa, no entanto, a suspensão temporária feita de forma preventiva pela comissão não paralisa o prazo de 90 dias concedido ao colegiado para a apresentação do relatório final — que será votado em plenário. Ou seja, o tempo continua correndo.
Desde o início das atividades, em janeiro, a comissão formada, de maneira aleatória, pelos vereadores Bruno Miranda,
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A outra testemunha era a proprietária do imóvel em que Ganem afirmou morar perante a Justiça Eleitoral, Fernanda Fraga Nogueira Duarte. Ela não compareceu à sessão e também não apresentou esclarecimentos para justificar a ausência.
Entenda o motivo do processo
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A denúncia foi acatada pelo presidente da CMBH e aprovada por unanimidade pelos vereadores em plenário no dia 4 de dezembro.
De forma aleatória, foram sorteados três vereadores para compor a comissão processante responsável por apurar a denúncia. O grupo tem prazo de 90 dias para analisar o caso e apresentar um relatório final sobre o pedido de cassação, que será apreciado pelos parlamentares.
Paralelamente ao processo administrativo na Câmara,
Em dezembro de 2025, a Justiça Eleitoral chegou a determinar a cassação de Ganem pelo mesmo motivo: fraude eleitoral. A decisão acatou uma denúncia apresentada por
Ainda no ano passado, Ganem pediu licença do mandato parlamentar por 121 dias. Rubão, por ser o primeiro suplente, foi convocado para assumir temporariamente a cadeira do vereador e tomou posse em janeiro.