O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), manifestou repúdio, neste domingo (14), ao
“Atos extremistas e violentos vêm se repetindo mundo afora, não só na esfera política, e uma reflexão urgente sobre esse estado permanente de ódio se impõe”, escreveu. “Ou ampliamos a busca pela convivência pacífica e democrática, ou veremos outras tragédias acontecerem”, acrescentou em nota.
Atentado contra Trump movimenta Congresso brasileiro
O presidente da Câmara dos Deputados,
O atentado contra o norte-americano incitou reações principalmente entre os parlamentares de oposição do Congresso Nacional que compõem o grupo de aliados do ex-presidente
Pelas redes sociais, o líder da oposição, deputado Filipe Barros (PL-PR), citou a similaridade entre o episódio da facada e o atentado contra Trump e desejou uma rápida recuperação ao candidato republicano. “A tentativa de assassinato de Donald Trump lembra, e muito, o que ocorreu no Brasil em 2018, quando nosso ex-presidente Jair Bolsonaro quase morreu por uma facada”, escreveu. “O processo de desumanização das figuras públicas da direita mundial precisa ser parado”, acrescentou.
Entre os governistas, a opção foi manter o tom adotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em manifestação ainda nesse sábado. O petista classificou o ataque como inaceitável. “O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política”, publicou. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), também condenou o ataque. “Não há espaço para brutalidade onde imperam o respeito, a tolerância e os valores democráticos”, publicou.