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Sem citar nomes, Cleitinho diz que 'fazem de tudo' para impedir sua candidatura em MG

Após um período sem se manifestar sobre a disputa pelo governo de Minas, o senador voltou às redes sociais para levantar cenários em que seria candidato

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Cleitinho Azevedo
Senador Cleitinho Azevedo é tido como pré-candidato ao Palácio Tiradentes • Waldemir Barreto | Agência Senado.

O senador Cleitinho (Republicanos-MG) voltou a dar sinais de que não irá desistir de disputar o governo de Minas Gerais nas eleições deste ano.

Após um período "em silêncio", sem falar abertamente sobre o pleito, o parlamentar usou as redes sociais nesta sexta-feira (9) para dizer, sem citar nomes, que estão "fazendo de tudo" para impedir que ele participe da corrida pelo Palácio Tiradentes. "Estão divulgando que eu não estou preparado, que desisti de ser candidato, que não tenho apoio político e que faço fake news", disse na publicação.

Cleitinho ainda “convocou” os seguidores ao afirmar que "irá pra cima" caso efetivamente se torne candidato.

Atividade na internet

O senador, que é bastante presente nas redes sociais, tem utilizado perfis como o do Instagram — onde possui mais de 3,5 milhões de seguidores — para dar suas opiniões pessoais sobre assuntos relacionados ao governo federal e também ao governo de Minas Gerais, sob a liderança de Romeu Zema (Novo).

O senador, que também já atuou como deputado estadual, foi crítico do processo de privatização da Copasa, liderado por Zema. O projeto, que tramitou e foi aprovado pela base do governador na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), só avançou após a aprovação de outro texto: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), conhecida como PEC do Referendo.

A proposta, também aprovada pelos deputados, retirou a exigência de consulta popular para a venda da estatal. Na época, Cleitinho afirmou que a Copasa é um “patrimônio” de Minas Gerais e defendeu que os usuários da companhia fossem os responsáveis por decidir se queriam ou não a privatização.

Outro tema em que o senador tem sido bastante vocal é a discussão em torno do fim da escala de trabalho 6x1 — seis dias de trabalho para um de descanso. Embora a pauta esteja sendo associada ao governo Lula (PT), Cleitinho defende que o assunto é apartidário. “Sou oposição ao governo federal, mas não sou oposição ao Brasil.”

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.

 

 

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