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Em um trecho do vídeo, Zema afirma que “já há muita coisa para fazer” em áreas que considera mais “prioritárias” para o país. “Na hora em que eu tenho os Correios no meu guarda-chuva, aquilo me toma tempo”, disse.
No material publicado, o governador também nega que uma eventual privatização da empresa pública resulte em queda na eficiência das entregas, especialmente em municípios do interior. Segundo ele, esses ajustes podem ser previstos por meio de cláusulas no contrato de concessão, caso os Correios fossem vendidos. “Não foi atendido? R$ 1 milhão em multas. Está resolvido. Desde que você faça um contrato, uma privatização bem feita, você tem condições de atender a todos”, argumentou.
Em dezembro,
Uma das medidas foi a contratação de um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a cinco bancos — Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander. O objetivo, segundo a diretoria da estatal, é assegurar a liquidez da companhia até março de 2026.
Outra frente do plano é o
A reestruturação também prevê o fechamento de mil agências deficitárias, das mais de 6 mil controladas pelos Correios, além da arrecadação de R$ 1,5 bilhão com a venda de imóveis da companhia.
Privatização da Copasa
Desde que o projeto que autoriza a venda da Copasa começou a avançar na ALMG, o
Em segundo turno, a proposta obteve 53 votos favoráveis e 19 contrários. No Legislativo, o texto precisava de, pelo menos, 48 votos para seguir à sanção do governador, autor da proposta.
O projeto prevê que o Estado de Minas Gerais, atual detentor de 50,03% das ações da estatal, deixe de controlar a empresa, presente em cerca de 75% dos municípios mineiros.
Para viabilizar a venda da companhia, Zema precisou aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 24/23, conhecida como
Apesar do avanço em relação à Copasa, o Executivo mineiro não obteve êxito ao tentar adotar o mesmo trâmite com a
À época, o então empresário defendia que a venda da estatal contribuiria para a redução das tarifas de energia.