Líder do governo no Senado diz que caminho de Messias ao STF está ‘ajeitado’

Jaques Wagner afirma que advogado-geral da União tem perfil conciliador e minimiza resistências no Senado à indicação feita por Lula

Jaques Wagner (PT) está otimista com a aprovação de Messias no Senado

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), demonstrou confiança na aprovação do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). A indicação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado, após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.

Em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, durante cerimônia do Pacto contra o Feminicídio, Wagner afirmou que o “caminho do Messias está ajeitado” e que o advogado-geral da União “não desperta ira em ninguém”. Segundo o senador, Messias tem perfil conciliador, dialoga com diferentes setores e ainda conta com apoio de segmentos evangélicos.

“Ele é um cara suave, é um cara que conversa com todo mundo, que atende todo mundo”, disse Wagner. “Eu acho que ele vai ser aprovado.”

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A fala ocorre em meio às resistências enfrentadas pela indicação no Senado. O principal foco de pressão partiu do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendeu publicamente e nos bastidores o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no Supremo.

Após um encontro entre Lula e Alcolumbre nas últimas semans, Jaques afirmou que o coração do presidente do Senado ‘amoleceu’. A visão é a mesma dentro do Palácio do Planalto, que apesar do impasse, avalia que o clima político melhorou e aposta que a sabatina e a votação em plenário devem avançar ainda neste semestre.

Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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