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“A estratégia que nós construímos no ministério, construída com os municípios, com os estados, até porque eu sempre digo que o papel do MEC é coordenar a política, é induzir e coordenar. Porque nós não executamos a política lá na ponta, lá no município, no estado. Então, são todos os indicadores importantes. Você tem uma ideia, tempo integral. Nós, quando chegamos a média era apenas de 15% das matrículas da educação básica era em tempo integral. Nós chegamos, batemos a meta do PNE que era até o final de 2025, chegar a 25%, nós chegamos a 25,6%”, destacou Santana.
O ministro ainda reforçou que, durante sua gestão, houve queda nos números de adolescentes que abandonam a escola no ensino médio, chegando a 270 mil, ante 480 mil quando assumiu o comando do MEC. “Queremos chegar a zero. Por isso que eu defendo ampliar o programa para universalizar. Mas mostra que os resultados estão alcançando”, pontua. Ele também frisa que houve ampliação do orçamento do ministério no governo Lula, passando de R$ 166 bilhões, em 2022, para R$ 266 bilhões, em 2026.
“Isso nos permitiu ampliar os recursos que vão do Fundeb para os estados e municípios, ampliar os recursos, ampliar os institutos federais, com 106 novos Institutos Federais, garantir as obras de escolas, já entregamos 2.250 creches, escolas, e quadras esportivas no interior desse país, em todos os municípios brasileiros, que nos permitiu criar o Pé-de-Meia, com beneficiando 6 milhões de jovens”, conclui.