O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República,
Em entrevista exclusiva à Itatiaia, o ministro criticou duramente a
Boulos comparou a megaoperação no Rio com uma
Ao todo, 37 pessoas ligadas à facção foram presas, e 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, dentro de um total de mais de 90 ordens judiciais. Apenas uma pessoa morreu.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito reagiu à abordagem policial e foi baleado. Ele, que não teve o nome divulgado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. “Operação de verdade, para combater o crime organizado, não se faz com pirotecnia. Não é à base do sangue das pessoas. É asfixiando o esquema do crime, mexendo no bolso deles, atingindo o tráfico de drogas, de armas, e a forma como eles lavam dinheiro”, argumentou Boulos.
Confira:
PEC da Segurança
O ministro lembrou que o
“Enviamos a PEC há meses. A proposta permite ao governo federal ter uma atuação mais firme e integrada no combate ao crime organizado. Isso porque o crime organizado não está em um estado só — está no Rio, em Minas, em São Paulo, em tudo quanto é canto. Então essa operação não pode depender apenas de um governador. Agora, o Cláudio Castro foi contra, o Zema foi contra e o Tarcísio também”, disse à Itatiaia.
Para Boulos, os governadores estariam “mais preocupados em fazer politicagem usando a insegurança das pessoas e o temor, natural, diante do crime organizado, do que em efetivamente combatê-lo.”