A sessão da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) nesta terça-feira (11) foi interrompida, ao menos quatro vezes — até a publicação desta coluna. Os parlamentares votam, em segundo turno, o projeto de lei que institui e regulamenta a internação involuntária de dependentes químicos na capital mineira.
Desde que a reunião começou, às 15h, foram quatro suspensões que totalizando, ao menos 40 minutos de pausas.
Por diversas vezes, os vereadores Wagner Ferreira (PV) e Juliano Lopes (Podemos), que assumiram em momentos alternados a presidência da Casa, precisaram intervir pedindo silêncio de pessoas que acompanhavam a sessão diretamente da galeria.
Entre os presentes, assessores de parlamentares, identificados com crachá, e também representantes de movimentos sociais.
No último episódio, Juliano anunciou uma suspensão de uma hora, mas a pausa acabou durando cerca de 20 minutos.
Neste período, a energia caiu no Legislativo, após uma forte tempestade atingir a zona Leste de Belo Horizonte, região onde está localizada o endereço da Câmara. Logo em seguida, a luz foi reestabelecida.
O presidente da Casa também precisou interceder contra uma pessoa, presente na galeria, que direcionava gritos de “pilantra” a um parlamentar. O vereador afirmou que caso as ofensas continuassem, haveria intervenção da segurança da Câmara.