Neste mês, a concessão da rodoviária de Belo Horizonte completa quatro anos. Nesse período, diversas mudanças transformaram a experiência de viajar de ônibus. O terminal, inaugurado em 1971, era administrado pelo Estado, mas passou à gestão privada por meio de um
“Nós já investimos aproximadamente 20 milhões. De acordo com o edital da licitação, existe uma previsão de que os investimentos cheguem à casa de até 122 milhões”, conta.
Entre as mudanças previstas em contrato, algumas melhorias já estão em andamento.
“Disponibilização de Wi-Fi grátis para todo o usuário que vem ao terminal, melhoria nas questões de limpeza e higiene dos sanitários, pintura de toda a estrutura do terminal, requalificação da iluminação e da sinalização. Esses foram os itens em que, de imediato, a gente teve que atuar. E assim nós fizemos: conseguimos finalizá-los muito antes dos 180 dias. Agora, há situações que são contínuas”, detalha.
Mesmo com os investimentos e melhorias, a diretora afirma que a concessão não encarece as viagens para o consumidor.
“Não reflete em qualquer forma de custo. O custo que o passageiro tem com a viagem que ele vai fazer é exclusivamente da tarifa de embarque, que está prevista no contrato. A aplicação dessa tarifa não tem relação com qualquer outro investimento que a concessionária vai fazer aqui no terminal para deixá-lo mais confortável”, explica.
Vanessa Costa, diretora-executiva da concessionária Terminais BH
Adriana Oliveira, 47 anos, durante uma viagem com os filhos pequenos, fez uma parada no terminal e teve uma experiência diferente: utilizou uma sala VIP para descansar enquanto aguardava o embarque. Para ela, o serviço melhora o trajeto.
“Estou retornando do Guarujá e estou indo para Itabira e eu usei a sala VIP, que é excelente. Tem buffet, tudo novinho, tudo limpinho, organizadinho, com televisão, wi-fi e ar-condicionado. O que mais me agradou foi a limpeza do local”, enfatiza.
Já o engenheiro agrônomo Gustavo Bittencourt, de 28 anos, elogia a segurança do terminal e percebe o cuidado com o espaço.
“Me sentindo seguro aqui. Eu gostei. Em comparação a outras rodoviárias em que eu já fui, aqui estou me sentindo bem mais seguro e também muito bem iluminado. Podemos ver um grande cuidado com a rodoviária”, elogia.
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