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Bertha Maakaroun | Depois da crítica pública de Malafaia, Zema evita briga e liga o modo 'deixa disso'

O governador mineiro, nesta segunda-feira (8), em entrevista coletiva, afirmou que o pastor Silas Malafaia teria se retratado quando lhe explicou a sua posição em relação à pauta bolsonarista

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) • Marcos Correa | PR.

O governador Romeu Zema (Novo) sabe a quem escolhe para brigar. Depois de tomar um pito público do pastor Silas Malafaia no ato da avenida Paulista nesse domingo (7), Zema ligou o modo “deixa disso”. O pastor mandou os pré-candidatos à Presidência da República do campo bolsonarista “calarem a boca”.

O governador mineiro, nesta segunda-feira (8), em entrevista coletiva, afirmou que o pastor Silas Malafaia teria se retratado quando lhe explicou a sua posição em relação à pauta bolsonarista. Zema rezou a cartilha e foi perdoado.

De Minas, além do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL), considerado bolsonarista raiz, Romeu Zema foi o único a participar do ato na Paulista, onde Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro marcaram o protagonismo característico de potenciais candidatos a uma chapa à Presidência da República.

A Zema foi oferecida a palavra, mas ele não quis discursar. Os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União) e o do Paraná, Ratinho Junior (PSD), passaram longe da avenida Paulista. Possivelmente porque, pré-candidatos que são, não desejem fortalecer a construção da candidatura de Tarcísio de Freitas, que se alinhava à federação União Progressista.

Adicionalmente, talvez Caiado e Ratinho, ainda que tenham as suas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), não queiram abrir um confronto como o fez Tarcísio, para ser ungido pelo bolsonarismo raiz.