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O PL, o Novo, parlamentares de oposição, entre os quais, o senador
Os juristas estão divididos em relação ao potencial de responsabilização. Alguns especialistas avaliam que as manifestações da escola de samba podem ser enquadradas como propaganda antecipada, em decorrência do jingle e de temas abordados pelo enredo, como fim da escala 6 por 1 e o tema da soberania nacional, que vão ser usados na campanha.
Outros juristas consideram que não houve menção às eleições de 2026 nem pedido de votos. Na avaliação deles, o enredo foi uma manifestação cultural, como outras em que escolas que historicamente homenagearam líderes políticos – Getúlio Vargas, JK e o próprio Lula.
A acusação quanto ao abuso do poder econômico, também é rechaçada por um grupo de juristas, que consideram que escolas são financiadas por diversas fontes, entre elas, o governo federal, que distribui igualitariamente entre as concorrentes os mesmos recursos. Cada escola é livre para escolher o seu próprio enredo.
De qualquer forma, a polêmica está posta. A homenagem espontânea da escola deu argumentos para a oposição gerar pauta nas mídias e abre brecha para uma discussão judicial que vai parar no colo da Justiça Eleitoral. Carnaval é assim, nem sempre sabe-se como começa e menos ainda como termina.
O ex-presidente Itamar Franco que o diga.