A disputa entre seis deputados estaduais pela segunda vaga aberta nesta legislatura para
Desde a abertura dos trabalhos legislativos de 2026, quando foi aberto o processo de eleição interna na Assembleia para essa vaga do tribunal de contas, os seis deputados concorrentes tentaram se organizar, conversando entre si numa tentativa de acordo. Perceberam que dali não sairia consenso, principalmente porque, das três vagas do TCE de prerrogativa da Assembleia,
Como havia a expectativa de que Tadeu Leite fosse o nome para a terceira vaga, nesse cenário, os deputados candidatos se viram diante de uma só vaga em disputa. Adiaram, pelo momento, a briga entre si, pedindo a Tadeu para ser o nome de consenso. O presidente da Assembleia ainda não respondeu. Mas interlocutores dele acreditam que esteja inclinado a aceitar.
A hipótese de Tadeu Leite como conselheiro do TCE tem consequências para sucessão mineira. Na ausência do senador Rodrigo Pacheco (PSD), nome de convergência no campo de oposição à candidatura de Mateus Simões (PSD), Tadeu Leite, que está no MDB, seria aquele com maior potencial de agregar as forças políticas da direita à esquerda em seu apoio.
Tadeu vinha
O cenário eleitoral no estado segue em aberto, à espera não só de definições no campo da direita bolsonarista e no campo lulista, mas também, em relação ao leque de alianças. O PL mudou de liderança – o deputado federal Domingos Sávio, candidato ao Senado, deixa a presidência, que deve ser assumida pelo deputado federal Zé Vítor (PL) ou pelo presidente de honra, José Santana de Vasconcellos.
A legenda estará com Mateus Simões ou irá apoiar a candidatura ao governo de Minas do senador Cleitinho (Republicanos)? O União Brasil trocou de comando em Minas: saiu Marcelo de Freitas, politicamente afinado com a perspectiva de apoio a Mateus Simões e entra o deputado federal Rodrigo de Castro, aliado de Rodrigo Pacheco. Nesse novo cenário, com quem ficará a Federação União-PP em Minas? Quem será o nome do campo lulista? Abram alas, as incertezas querem passar.