A escalada de violência no Oriente Médio preocupa setores produtivos mineiros devido ao possível aumento nos custos de frete, seguros e combustíveis. Embora não haja interrupção imediata de contratos, a alta do petróleo e a instabilidade cambial ameaçam a competitividade de produtos como minério de ferro, café e carnes. Segundo especialistas da Fiemg, Ipead e Ibmec/BH, a logística global e o preço dos derivados de petróleo são os pontos de maior vulnerabilidade para o comércio exterior do Estado.
Arrecadação de Minas Gerais soma R$ 10,6 bilhões em janeiro de 2026
O governo de Minas Gerais registrou R$ 10,6 bilhões em receitas em janeiro de 2026, uma alta nominal de 0,95% comparado a janeiro de 2025. O resultado foi puxado pelo ICMS, que cresceu 5,8% com o peso dos combustíveis e energia, enquanto o IPVA recuou 19%.
Grande BH atinge menor índice de desconforto econômico desde 2012
A Grande Belo Horizonte encerrou 2025 com o Índice de Desconforto Econômico em 8,3%, o menor nível em mais de uma década. O indicador, que combina desemprego e inflação, superou a marca de 10,6% registrada em 2012. A capital mineira apresenta resiliência no mercado de trabalho e uma posição favorável que estimula o mercado imobiliário, apesar da projeção de uma leve alta do índice nacional para cerca de 10% no fim de 2026.