PBH sanciona lei que cria política municipal para dependência de jogos de azar

A medida foi sancionada pelo prefeito interino da capital mineira, Juliano Lopes (Podemos), e publicada no Diário Oficial do Município (DOM)

De acordo com o autor do Projeto de Lei (PL), a medida é de caráter “preventivo, assistencial e educativo”.

O prefeito em exercício de Belo Horizonte, Juliano Lopes (Podemos-MG), sancionou a lei que institui a Política Municipal de Atenção à Saúde Mental de Pessoas com Transtornos Associados à Dependência de Jogos de Azar, com foco em jogos eletrônicos.

A medida, publicada no Diário Oficial do Município (DOM) nesta quarta-feira (23), tem como objetivo promover ações de prevenção, acolhimento, reinserção social e tratamento médico para pessoas afetadas pela chamada ludopatia — condição médica caracterizada pelo desejo incontrolável de jogar jogos de azar, mesmo diante de consequências negativas.

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O texto, de autoria do vereador Pedro Rousseff (PT-MG), foi aprovado em definitivo pela Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) em novembro de 2025. A proposta prevê a realização de campanhas educativas sobre os riscos associados ao vício, a capacitação de profissionais dos serviços públicos para esclarecer dúvidas e lidar com casos de ludopatia, além de autorizar a prefeitura a divulgar periodicamente informações, indicadores de cobertura e os impactos da política.

De acordo com o autor do Projeto de Lei (PL), a medida é de caráter “preventivo, assistencial e educativo” e visa garantir a “proteção integral à saúde mental da população”.

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.

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