O presidente do
Uma matéria publicada pelo Portal UOL na quinta-feira cita Amadeo como operador de um esquema milionário de pagamento de propinas a agentes políticos para obter ou manter contratos de concessão de saneamento básico.
A reportagem detalha o conteúdo de delações premiadas que montam o esquema comandado por Amadeo e que movimentou cerca de R$ 63 milhões em propinas entre 2010 e 2018.
O grupo operava por meio de notas frias; contratos fictícios de prestação de consultoria ou locação de equipamentos; e vantagens indiretas (como compra de imóveis e veículos de luxo para políticos) para garantir licitações para a Aegea.
O esquema atuou na concessão de serviços de saneamento em Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso, São Paulo e Rondônia.
Amadeo na Copasa
Hamilton Amadeo começou a integrar o Conselho de Administração da Copasa em 2022 e foi o presidente do colegiado durante o processo de privatização da empresa. A venda da companhia de saneamento foi
O debate na Casa se deu no âmbito das discussões sobre o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e foi o mais polêmico e arrastado de um pacote com mais de dez propostas.
O PL 4.380/2025 teve sua tramitação precedida por uma
A privatização da Copasa, bem como da Gasmig e da Cemig, já integrava a pauta do governo Zema desde o primeiro mandato, mas ganhou novo fôlego com a criação do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). Com o projeto permitindo a privatização e federalização de ativos como forma de pagar a dívida com a União, vários projetos da pauta privatista do Executivo andaram na Assembleia após anos parados, incluindo os imóveis do estado.