Jornalista contesta suicídio e cremação de Hitler, e afirma que corpo do 'Führer' está no Paraguai
Argentino Abel Basti reúne indícios e diz que o líder nazista viveu na América do Sul após 1945

O livro 'A Tumba de Hitler' ('La tumba de Hitler', no título original), do jornalista argentino Abel Basti, reacende uma das teorias mais polêmicas sobre o destino do líder nazista. A obra sustenta que o Führer não morreu no bunker de Berlim em 1945, como diz a história oficial, mas fugiu para a América do Sul, vivendo na Argentina, morrendo no Brasil e sendo enterrado no Paraguai.
O jornalista lembra que a versão oficial descreve a cremação ao ar livre, em meio a bombardeios dos Aliados, mas investigações soviéticas e análises independentes não encontraram vestígios de pira funerária nos jardins da Chancelaria. Para Basti, isso reforça a hipótese de que a cena foi encenada para encobrir a fuga de Adolf Hitler e Eva Braun. "A notícia [de que foram cremados] permitiu encobrir a fuga de ambos", conclui.
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



