A senadora Tereza Cristina (PP-MS) divulgou na noite de sexta-feira (13), em suas redes sociais, uma nota dizendo que “a posição expressa em nota divulgada pela Federação União Progressista não foi previamente debatida nem contou com a anuência da bancada do PP”.
“A bancada do Progressistas no Senado Federal informa que a posição expressa em nota divulgada pela Federação União Progressista não foi previamente debatida nem contou com a anuência desta bancada - portanto não pode ser interpretada como representativa dos senadores do PP”, diz a nota assinada também pelos senadores Dr. Hiran (RR), Esperidião Amin (SC), Luis Carlos Heinze (RS) e Margareth Buzetti (MT).
Horas antes da postagem, a Federação União Progressista (união dos partidos PP e União Brasil) divulgou uma nota em que manifesta “confiança” no ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a troca da relatoria no caso Banco Master.
Na nota da federação, os partidos demonstram preocupação com as “narrativas que querem colocar a opinião pública contra o ministro Dias Toffoli”.
Reunião secreta com vazamentos
A reunião reservada dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), no final da tarde de quinta-feira (12),
O que estava em questão: um relatório de 200 páginas feito pela PF (Polícia Federal). Esse material deveria servir para arguir a suspeição de Dias Toffoli como relator do caso do Banco Master, liquidado em novembro de 2025 e com um rombo na casa dos R$ 50 bilhões para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Uma reportagem do portal ‘Poder 360’ divulgou falas dos ministros na reunião, o que despertou a desconfiança de que Toffoli pode ter gravado os colegas. O ministro nega.