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Martins foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) ainda nesta sexta-feira por descumprir medidas cautelares. Conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a prisão preventiva, Martins teria usado o LinkedIn mesmo após decisão que determinava a proibição do uso de redes sociais.
O advogado do ex-assessor de Bolsonaro, Jeffrey Chiquini, afirmou que “essa é mais uma prisão sem motivo”, que o cliente é alvo de “perseguição” e que recorrerá da decisão que o colocou atrás das grades. Martins, que já cumpria prisão domiciliar para evitar o risco de fuga, ficará agora em regime fechado.
O ex-assessor foi condenado a 21 anos de prisão pela participação na trama golpista. A ação penal, no entanto, ainda não transitou em julgado e, por isso, a pena ainda não está sendo contada.