O acidente sofrido pelo
Jair,
Após as publicações, no início da tarde desta terça, o
“Estão mantendo encarcerado um homem com 70 anos de idade, recém-operado, com saúde debilitada em decorrência da facada que levou em 2018, em tentativa de assassinato político que, até hoje, encontra-se em investigação”, completa o texto, que ainda pediu “reconsideração” à Suprema Corte.
Em coro, Carlos Bolsonaro também voltou a criticar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, de negar ao ex-mandatário a prisão domiciliar humanitária. Em outra publicação, ele afirma que Moraes sustentou que a custódia de seu pai na Superintendência da Polícia Federal não representaria risco à sua integridade física.
“Em síntese, o argumento central foi o de que a curta distância entre a Polícia Federal e o hospital garantiria segurança médica suficiente, afastando, naquele momento, a urgência de uma medida humanitária mais extensa. Mas essa situação não se confirma diante do quadro exposto no dia de hoje”, declarou.
A militância conservadora ficou insuflada com as publicações, reforçando os pedidos do partido, de Michelle e de Carlos, além de ter alimentado a narrativa de “perseguição” do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente.
“Pedimos perdão pela nossa covardia, pelo medo que hoje silencia tantos dos seus apoiadores. O temor nos cerca, nos paralisa, mas a dor é real, cada um carrega sozinho, dentro de casa, sentindo no coração o sofrimento que o senhor enfrenta”, escreveu uma apoiadora no Instagram, em resposta a Carlos.
“Só notinha oficial não resolve. Façam alguma coisa antes que seja tarde demais”, criticou outro, em resposta, desta vez, à publicação do Partido Liberal.
Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que o ex-presidente saísse da cela na Superintendência da Polícia Federal para ir ao hospital para realizar exames pouco depois da repercussão. “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital”, declarou na decisão.
“A Defesa, entretanto, aconselhada pelo médico particular do custodiado, tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade”, completa o documento.