Segundo o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, Bolsonaro quase não dormiu ao desembarcar no estado, e precisou ser medicado por ele, sob orientação do médico Antônio Luiz Macedo - que acompanha Bolsonaro a muitos anos.
“Chegamos aqui 1h30 da manhã. Ele passou a noite toda sem dormir. Às 5 horas ele me chamou no quarto. Eu peguei o telefone e liguei pro doutor Macedo. O doutor Macedo pediu para eu auscultar se ele estava com gases. Eu passei pro doutor Macedo o que ele me perguntou e pediu para eu aplicar o medicamento nele”, relatou Gilson Machado.
Durante a manhã, Bolsonaro passava pela cidade de Tangará, no Agreste potiguar, quando voltou a sentir dores e precisou ser levado ao hospital regional do município de Santa Cruz. Após ser estabilizado,
Gilson afirmou que a crise está relacionada à facada sofrida em 2018, durante sua campanha à presidência da república.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que acompanhava a agenda, contou que Bolsonaro começou a sentir “dores abdominais insuportáveis” durante pela manhã, o que interrompeu a agenda do ex-presidente.
“Hoje estávamos aqui iniciando Rota 22, por exemplo, começa o dia de Natal, paramos no estado de Bom Jesus, a população ao longo do percurso da estrada, com bandeiras, com faixas, um dia muito feliz para todos nós, mas quando chegamos na cidade de Tangará, o presidente começou a sentir dores abdominais insuportáveis, nós tivemos que suspender a agenda”, explicou.