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Impostos de bebidas alcoólicas podem considerar volume de teor alcoólico

Deputados que analisam a reforma tributária propõe carga específica para esses produtos

Além do teor, o volume, ou seja, a quantidade das bebidas também podem influenciar na carga tributária dos produtos

O teor de álcool poderá influenciar os impostos cobrados sobre bebidas alcoólicas. A possibilidade foi confirmada em relatório apresentado pelo grupo de trabalho da reforma tributária nesta quinta-feira (4).

Além do teor, o volume, ou seja, a quantidade das bebidas também podem influenciar na carga tributária dos produtos.

“Terá diferença com relação ao teor alcoólico. Não será tão progressivo”, disse o deputado Luis Gastão, integrante do GT.

Viagra
O GT também propõe acabar com a isenção do viagra. Hoje, o medicamento principalmente usado por homens para tratamento de disfunção erétil, não é taxado. Os parlamentares querem tributá-lo em 40% da alíquota total, que deverá girar em torno de 26,5%.

Pelo texto, 850 medicamentos terão acesso à alíquota reduzida de 60% — e, portanto, serão taxados em 40%. Em contrapartida, 383, entre remédios e vacinas, terão imposto zero.

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É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.