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Prefeito de Nova Lima elenca mobilidade e diversificação econômica como principais desafios da cidade

Em entrevista à Itatiaia, João Marcelo (Cidadania) disse que pacote de obras em andamento pode resolver trânsito caótico no município

O prefeito de Nova Lima, João Marcelo Dieguez (Cidadania), elencou a mobilidade urbana e a diversificação econômica como os principais desafios da cidade da região metropolitana de Belo Horizonte para os próximos anos.

Por um lado, o chefe do Executivo municipal, pré-candidato à reeleição, diz que um pacote de obras em andamento poderá ajudar a desafogar o trânsito intenso, que é marca da cidade, tanto no acesso com os vizinhos Sabará e Belo Horizonte, como entre os bairros de Nova Lima.

Dieguez assumiu um compromisso, junto ao prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD) de tocar obras na região do trevo do Belvedere, castigada por engarrafamentos constantes, sobretudo nos horários de pico. Outra intervenção é o asfaltamento de uma rodovia estadual, a MG-437, que enfrenta problema depois que uma empresa contratada pelo Governo de Minas abandonou a obra.

“O município chegou a repassar o recurso, tivemos alguns problemas na execução e o que estamos fazendo agora é o estado delegar e Nova Lima vai executar o asfaltamento por completo com recursos do município”, afirmou.

O prefeito também citou intervenções no centro histórico da cidade, na ligação entre os bairros de Honório Bicalho e o Jardim Canadá — sem a necessidade de passar por Belo Horizonte — e em uma avenida paralela à MG-030.

“A gente acredita que esse conjunto de obras trará uma solução para esse problema de mobilidade. Temos obras em fase de execução, em andamento, concluídas, cada uma em um estágio”, afirmou em entrevista ao “Plantão da Cidade”, da Itatiaia.

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Dependência da mineração caiu

Ainda de acordo com o prefeito João Marcelo, outra pauta em andamento no município é a diversificação econômica. Fortemente atrelada ao setor de mineração, Nova Lima viu cair de 40% para 18%, ao longo dos últimos anos, o peso dos royalties da mineração em seu orçamento.

“Hoje, metade da nossa arrecadação é ICMS e ISS [tributos que incidem sobre a circulação de bens e prestação de serviços]. Isso mostra que a gente tem feito o nosso dever de casa e que Nova Lima passa por processo de diversificação econômica”, explica.

Para Dieguez, entre os setores que se destacaram na cidade estão o da saúde e biotecnologia, este, impulsionado pela inauguração da Biomm, a primeira fábrica de insulina do país.

“Junto com ela, vem empresas da cadeia produtiva, concorrentes, iss fortalece todo um setor. É um tipo de indústria de alto valor agregado, que gera emprego, renda, arrecadação e baixo impacto poluidor. É tudo o que a gente quer”, finaliza.


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