O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), elogiou o pacotão econômico aprovado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Casa nos sete meses desde o início do mandato e garantiu apoio às propostas ‘do interesse do país’. O afago ao Ministério da Fazenda e ao próprio Lula acontece após a
Principal articulador pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, Lira atribuiu a elevação da nota de crédito do país às políticas econômicas do Governo Federal recém-aprovadas pela Câmara. “A nova avaliação da agência se deve à política econômica do governo, que tem recebido todo o apoio institucional da Câmara dos Deputados”, tuitou citando as aprovações da reforma, da mudança no voto de qualidade do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e do arcabouço fiscal. “A Câmara não falta à sua responsabilidade com o Brasil e apoia todas as medidas do interesse do país”, concluiu Lira.
Elevação da nota pela Agência Fitch
A elevação da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de riscos Fitch indica um ambiente mais estável e confiável no país para investimentos. O Ministério da Fazenda lê a mudança como fruto da aprovação da PEC em segundo turno na Câmara dos Deputados, hoje com previsão para ser promulgada em dezembro pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), após tramitação no Senado Federal.
“A reforma em impostos sobre o consumo, que está em tramitação no Congresso Nacional e que enfrenta um dos maiores gargalos de competitividade do Brasil, simplificando um sistema altamente complexo e eliminando distorções que alimentam a má alocação de capital”, informou por meio de nota. O documento da Agência Fitch projeta ainda um crescimento de 2,3% do PIB real em 2023.