O presidente do
Dois oficiais de imigração foram suspensos após a morte de
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O presidente dos EUA e autoridades locais de Minnesota possuem posições diferentes em relação às ações do ICE. Trump tentou conter a indignação expressa pelo prefeito de Minneapolis e governado de
Porém, o prefeito da cidade, Jacob Frey, afirmou esperar que a violência seja evitada. “Quero que evitem homicídios, não que cacem um pai trabalhador”, escreveu em uma rede social, em referência ao cidadão equatoriano pai de Liam Conejo Ramos, de cinco anos, ambos mantidos em um centro no Texas após serem detidos por agentes federais em Minneapolis.
A batalha política pode chegar ao Congresso, onde os democratas ameaçam bloquear verbas orçamentárias caso não haja reformas para conter operações de estilo militar das agências de imigração.
Um juiz federal bloqueou temporariamente, na última quarta-feira (28), a medida do governador de deter refugiados em Minnesota que aguardam a regularização da residência permanente e ordenou a libertação dos que estão presos.
Relembre os casos de violência
A cidade de
A secretária de Segurança Interna, Kriti Noem, afirmou, na época, que havia uma multidão hostilizando os agentes e a mulher teria “transformado o seu veículo em uma arma”, tentando atropelar o policial. Para se defender, ele abriu fogo contra Renee.
Autoridades locais contestaram a versão da secretária. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, e o governador de Minnesota, Tim Walz, são contra as ações do ICE no território. As declarações tensionam a relação deles com Donald Trump, que caracteriza o trabalho da agência como “fenomenal.” O caso aumentou a tensão em Minneapolis e manifestantes entraram em combate com a polícia.
Em 24 de janeiro, agentes federais atiraram e mataram
Stephen Miller, um dos principais assessores de Trump, inicialmente justificou a morte de Pretti, classificando-o como um “assassino em potencial”, apesar de as imagens em vídeo mostrarem que o enfermeiro não representava qualquer ameaça quando foi baleado pelas costas enquanto permanecia imobilizado no chão.
Posteriormente, Miller voltou atrás e afirmou que os agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras que mataram Pretti “podem não ter seguido esse protocolo.”
* Com informações da AFP