O comandante da Patrulha de Fronteiras dos Estados Unidos, Gregory Bovino, ligado às operações da imigração em Minneapolis, deixou o cargo de “comandante em missão especial”, segundo o The New York Times, nesta segunda-feira (26). A decisão foi tomada após o enfermeiro
Com a saída de Gregory, e de alguns agentes de imigração, o czar da fronteira do presidente Donald Trump, Tom Homan, será responsável pelo cargo. Apesar do anúncio, o monitoramento online mostra que as operações de imigração continuaram.
Também nesta segunda, um candidato republicano ao governo do estado desistiu da corrida eleitoral, classificando a operação policial em Minnesota como um “desastre absoluto”. O candidato é Chris Madel, um advogado de defesa que prestou consultoria ao agente que, no início deste mês, matou a tiros outra cidadã americana em Minneapolis, Renee Good.
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No dia em que Pretti foi morto, Bovino era o responsável pela operação. O comandante afirmou que o homem pretendia “massacrar” agentes federais.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que os agentes atiraram em legítima defesa depois que Pretti, que segundo eles estava armado com uma pistola, resistiu às tentativas de desarmá-lo no sábado (24).
Porém, ainda segundo o The New York Times,
Quem era Alex Pretti?
De acordo com a BBC News, Alex foi identificado por familiares como enfermeiro de terapia intensiva e descrito como um entusiasta de atividades ao ar livre. Segundo a família, ele gostava de ciclismo e participou de protestos após a morte de Renee Good, também de 37 anos, baleada por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) dentro de seu carro, no início deste mês.
Pretti trabalhava como enfermeiro de UTI no hospital de veteranos de Minneapolis. A mãe dele afirmou que o filho se preocupava com a revogação de regulamentações ambientais durante o governo Trump.
“Ele detestava ver as pessoas simplesmente destruindo a terra”, disse Susan Pretti à agência AP.
Ela acrescentou: “Ele era um amante da natureza. Levava o cachorro para todo lugar. Ele amava este país, mas odiava o que estavam fazendo com ele.”
Familiares também afirmaram que o único contato de Pretti com a polícia havia sido por meio de multas de trânsito e que ele não tinha antecedentes criminais.
A família informou ainda que Alex possuía uma arma de fogo e tinha porte legal em Minnesota, mas que nunca o viram portar ou usar a arma. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou que a corporação acredita que Pretti era um proprietário legal de arma com porte autorizado, conforme informou a emissora CBS.