A Meta, o
É esperado que vários casos devem ir a julgamento este ano, todos com acusações parecidas sobre o
O caso envolve uma jovem de de 19 anos, identificada com as iniciais K.G.M. Ela afirma ter ficado viciada nas plataformas quando era mais nova devido ao design dos aplicativos.
A mulher ainda alegou que as redes sociais aumentaram a depressão dela e pensamos suicidas, além de ter sido vítima de bullying e extorsão. O processo busca indenização monetária não especificada.
A seleção para o júri deste caso, que tenta responsabilizar as empresas, começa nesta terça-feira (27). Será a primeira vez que gigantes da tecnologia terão que se defender sobre supostos danos causados pelas plataformas.
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Para o advogado da jovem, Matthew Bergman, a questão provavelmente chegará à Suprema Corte, seja por meio do caso de K.G.M, ou de outra pessoa.
O júri irá decidir se as empresas foram negligentes ao fornecer produtos que prejudicaram a saúde mental da jovem estadunidense e se o uso dos aplicativos foi um fator substancial para a depressão.
Um fator que pode ser decisório no julgamento é uma lei federal que, em grande parte, isenta plataformas como
Posicionamento das plataformas
Há chances do presidente-executivo da Meta,
Também é esperado que o presidente-executivo do Snapchat, Evan Spiegel, também testemunhe, já que a empresa foi nomeada réu. A plataforma concordou em resolver a ação judicial de K.G.M em 20 de janeiro. Um porta-voz da empresa se recusou a dar detalhes do
Por outro lado, o YouTube argumentará que as plataformas da empresa são diferentes das de mídia social, como o Instagram e o Tiktok. Por isso, elas não devem ser agrupadas no tribunal, afirmou um executivo do YouTube antes do julgamento.
O TikTok, por sua vez, se recusou a comentar sobre os argumentos planejados para o tribunal.
* Com informações da CNN Brasil