Durante o quarto dia da caminhada rumo a Brasília, no fim da tarde desta quinta-feira (22), o deputado federal
A declaração foi feita após posicionamento de que a
Segundo Nikolas, a decisão de iniciar a caminhada foi tomada na manhã de uma segunda-feira e, logo após a publicação do vídeo anunciando o ato, ele entrou em contato com as autoridades.
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que acompanhava a caminhada, reforçou a versão e afirmou ter feito pessoalmente as ligações às forças de segurança em Goiás e em nível federal: “Assim que o Nikolas soltou, eu liguei imediatamente para a Polícia Militar de Goiás e para a Polícia Rodoviária Federal, pedindo ajuda, escolta e informando o percurso. Minutos depois, a Polícia Federal também foi avisada”, afirmou Gayer.
Nikolas criticou o que chamou de seletividade das autoridades. O deputado federal citou episódios passados de invasões e depredações em Brasília, afirmando que “não houve o mesmo rigor na prevenção desses atos”.
O deputado federal por Minas Gerais também voltou a comentar a decisão de evitar caminhadas durante a noite, destacando preocupação não apenas com a própria segurança, mas com a dos demais participantes: “Narrativas podem surgir se algo acontecer com alguém que está aqui”, disse o deputado.
Condições de saúde
Nikolas relatou sentir dores nos pés e no joelho, além de estar com batimentos cardíacos elevados. O caso seria fruto de uma insolação.
Apesar disso, o parlamentar afirmou que segue bem mentalmente e descartou qualquer possibilidade de encerrar a manifestação antes do previsto.
A previsão, segundo ele, é de que o ato seja concluído na Praça do Cruzeiro, em Brasília, ao meio-dia de domingo (25), conforme o cronograma inicial.