O vice-governador Mateus Simões (PSD) disse que as
Em nota enviada por sua assessoria,
“A decisão inicial foi não responder, para evitar dar protagonismo a algo que não se sustenta na realidade. A política pode muito, mas não pode tudo. A ânsia por protagonismo e visibilidade não pode justificar o uso de uma pauta legítima e sensível para tentar construir uma narrativa de vitimização que não corresponde aos fatos. Esse tipo de atitude empobrece e rebaixa o debate público.A pauta das mulheres merece respeito, responsabilidade e não pode ser instrumentalizada politicamente”, afirmou o vice-governador.
A polêmica se instaurou a partir de registros publicados no Instagram na quarta-feira (21). Lud Falcão afirmou ter recebido uma ligação de Simões em tom de ameaça minutos após Luís Eduardo Falcão ter feito um vídeo com críticas a um pronunciamento do vice-governador com uma ironia ao apoio prestado por uma cidade do interior à Polícia Militar.
Luís Eduardo Falcão é presidente da AMM e prefeito de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. À frente da organização que representa 837 das 853 cidades do estado, ele tem apostado em críticas à distribuição de recursos entre entes federativos e ao governo estadual desde o fim de 2025, no âmbito dos debates sobre a
No vídeo que originou a polêmica, o
Logo após reproduzir a fala de Simões, Falcão disse lamentar a declaração do vice-governador e citou a situação de Patos de Minas em relação aos apoios cedidos às forças de segurança do estado.
Na sequência, Falcão diz que a fala de Simões denota um desrespeito com o interior do estado e afirma que o vice-governador está distante da corrente política que afirma representar.
As acusações feitas pela deputada geraram repercussão entre os membros da Assembleia. Lohanna França (PV), líder da bancada feminina da Casa se solidarizou com a parlamentar e disse que o comportamento do vice-governador demonstra, principalmente, “ódio às mulheres e patrimonialismo”.