A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que o habeas corpus negado pelo ministro Gilmar Mendes, que pedia a
A defesa também aponta que o habeas corpus apresentava impropriedade técnica. De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, não cabe habeas corpus para tentar modificar decisão de ministro relator ou de colegiado da Corte, razão pela qual a defesa oficial optou por não ingressar com esse tipo de medida.
Esses fatores teriam levado o ministro Gilmar Mendes a não conhecer do pedido, ou seja, a rejeitar a ação sem analisar o mérito.
A equipe de Bolsonaro afirma que, neste momento, aguarda a realização da perícia médica determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Somente após a conclusão do laudo é que o pedido de transferência para o regime domiciliar deverá ser apreciado pelo Supremo.