Após alta de Bolsonaro, Michelle faz homenagem ao ex-presidente, que voltou à prisão

O ex-mandatário retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre uma pena de 27 anos e três meses após ser condenado pela trama golpista

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) prestou uma homenagem ao marido, Jair Bolsonaro (PL), após ele receber alta do hospital nesta quinta-feira (1º). Nas mídias sociais, ela declarou que o ex-presidente é “grande” e que juntos superarão “os dias difíceis”. “Você é grande, meu amor! Existe um Brasil justo que te ama e reza por você. Vamos superar os dias difíceis. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei contigo”, afirmou.

Antes de ter alta e retornar à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre uma pena de 27 anos e três meses após ser condenado pela trama golpista, a defesa de Jair Bolsonaro protocolou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de prisão domiciliar. O magistrado rejeitou.

Conforme os advogados, o pedido foi apresentado antes da alta hospitalar com a intenção de evitar que Bolsonaro retornasse à Superintendência da Polícia Federal, “em condições clínicas que são claramente incompatíveis com a rotina prisional, as movimentações e as limitações estruturais desse ambiente”.

Bolsonaro foi internado em 24 de dezembro para realizar uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral — condição em que parte de um órgão ou tecido do abdômen “sai” por uma área enfraquecida na parede muscular da virilha. Entretanto, ele passou por um total de quatro operações em sete dias, sendo que nem todas estavam relacionadas à hérnia.

A equipe médica submeteu na segunda-feira (29) o bloqueio anestésico do nervo frênico para cessar as crises de soluço do ex-presidente. Mesmo após a intervenção, Bolsonaro apresentou mais um episódio de soluço e necessitou passar por outro procedimento na terça-feira (30).

O ex-presidente também realizou uma endoscopia digestiva alta, que confirmou a continuidade do quadro de esofagite e gastrite, além de picos de pressão arterial. Durante a internação, Bolsonaro ainda pediu aos médicos que lhe receitassem antidepressivos.

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