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Partidos indicam 9 membros da CPI das Apostas Esportivas do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou nesta terça-feira (9) o recebimento da indicação de nove senadores que irão compor a CPI das Apostas Esportivas. A criação da CPI havia sido anunciada no último dia 12 de março

A CPI das Apostas Esportivas do Senado Federal já tem nove membros titulares indicados pelos partidos. O anúncio foi feito na sessão do Plenário, nesta terça-feira (9), pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A CPI, que será instalada nesta quarta-feira (10), irá apurar fatos relacionados às denúncias e suspeitas de manipulação de resultados no futebol brasileiro, envolvendo jogadores, dirigentes e empresas de apostas.

A CPI terá 11 membros titulares e 7 suplentes. O colegiado terá 180 dias para concluir os trabalhos. Até o momento, não houve a indicação do parlamentar mineiro na composição do colegiado.

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O Bloco Democracia, formado pelo MDB, União Brasil, Podemos, PDT e PSDB, indicou os senadores Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Márcio Bittar (União-AC) e Giordano (MDB-SP). O Bloco Resistência Democrática, formado pelo PSD, PT e PSB, indicou os senadores Otto Alencar (PSD-BA), Angelo Coronel (PSD-BA), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Chico Rodrigues (PSB-RR) como titulares, e o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) como suplente.

O Bloco Vanguarda, que conta com o PL e o Novo, indicou os senadores Romário (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE) como titulares e o senador Carlos Portinho (PL-RJ) como suplente. Já o Bloco Aliança, que tem o PP e o Republicanos, ainda não indicou membros.

No requerimento de criação, o senador Romário, que é tetracampeão mundial pela Seleção Brasileira, afirmou que as apostas esportivas movimentam muito dinheiro, e alertou que o possível aliciamento de jogadores e dirigentes para manipulação de resultados pode colocar em risco a credibilidade dos campeonatos. “Vale lembrar que o futebol é uma importante atividade econômica de nosso país, que gera dezenas de milhares de empregos e movimenta importante cadeia direta e indireta de geração de renda. É, portanto, dever do Estado regulamentar e fiscalizar as suas atividades, em nome do interesse público”, argumentou o senador.


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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.
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