O presidente do Banco Central,
Havia uma previsão de Roberto Campos Neto ser ouvido também na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no dia 8 de agosto, no entanto, com a possibilidade de ser ouvido por todos os senadores, houve acordo para ouvi-lo apenas no plenário da Casa.
Roberto Campos Neto participa até esta quarta-feira (2), da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que vai decidir se começa um ciclo de queda na taxa básica de juros que está em 13,75%.
No dia 28 de junho, durante evento jurídico em Lisboa, Rodrigo Pacheco se manifestou sobre a possibilidade de convocar o presidente do Banco Central para explicar a política monetária adotada pela instituição.
Conforme a legislação, a autoridade que estiver à frente da instituição financeira deve comparecer ao Plenário do Senado no início do primeiro e do segundo semestre, “em arguição pública”, para “apresentar o relatório de inflação e relatório de estabilidade financeira, explicando as decisões tomadas no semestre anterior”.
“Vamos cumprir fielmente, sem prejuízo de convites feitos por comissões, mas no Plenário do Senado Federal, já nos primeiros dias de agosto a arguição pública do presidente Roberto Campos Neto para que possa, sua Excelência, demonstrar as razões pelas quais a taxa de juros ainda está em 13,75% no Brasil considerando todos esses fatores econômicos e financeiros que temos hoje, propícios para a redução da taxa de juros”, defendeu Pacheco na ocasião.