Além de ter recebido uma homenagem de
A troca de mensagens em que o nome de Luma foi citado aconteceu entre o bilionário Jeffrey Epstein e o francês
Jean-Luc Brunel foi apontado como um dos principais elos de Epstein com o Brasil. Nos documentos divulgados no dia 30 de janeiro, o nome do francês é citado como um agente que utilizava de contatos para conseguir prostitutas para o bilionário americano.
E-mail entre Epstein e Jean-Luc Brunel
Segundo um relato presente nos documentos, Epstein viajava ao Brasil e mantinha contato com pessoas responsáveis por lhe fornecer meninas para a prostituição, sendo a preferência menores de idade.
O documento deixa claro que a maior parte das conexões foi feita por Jean-Luc, que atuava como agente de modelos no mercado internacional. Ele foi fundador da agência MC2 Model Management, criada com financiamento de Epstein.
Jean-Luc Brunel foi preso em 2020, em Paris, quando tentava embarcar para o Senegal. Dois anos depois, ele foi encontrado morto na cela, enquanto aguardava julgamento. A morte foi qualificada como suicídio.
O francês era também suspeito de envolvimento com a rede de abuso e pedofilia organizada por Epstein.
Arquivos do FBI sobre depoimentos citam Trump e ex-assessor
Novos documentos do FBI tornados públicos nesta semana revelam informações adicionais sobre as ligações de Donald Trump e seu ex-estrategista, Steve Bannon, com o falecido magnata Jeffrey Epstein.
Os arquivos, que fazem parte de um vasto conjunto de milhares de páginas liberadas pelo Departamento de Justiça, apresentam depoimentos que mencionam interações e comentários feitos por Epstein a respeito do atual presidente dos Estados Unidos e aliados.
Conforme os registros, Epstein teria discutido abertamente a relação com Trump, fazendo observações sobre o estado mental do republicano e mencionando episódios ocorridos na década de 1990. Entre as revelações mais polêmicas está a menção de uma piada feita por Epstein sobre a suposta “venda” de uma mulher para Trump, além de trocas de e-mails com Bannon que citavam tanto o republicano quanto o príncipe Andrew.
Apesar das menções, as investigações até o momento não apresentaram provas concretas que liguem Trump às atividades criminosas de tráfico sexual realizadas por Epstein. O presidente tem negado sistematicamente qualquer irregularidade, classificando a liberação dos documentos como uma “farsa” movida por interesses políticos.
Em comunicado, a Casa Branca reiterou que os materiais apenas confirmam o que já era de conhecimento público sobre o convívio social de Epstein em Palm Beach, sem comprovar envolvimento em crimes. A divulgação desses arquivos ocorre em um contexto de intensa pressão política, após o Congresso dos Estados Unidos aprovar medidas para aumentar a transparência sobre o caso.
O Departamento de Justiça segue com o processo de revisão e edição de milhões de páginas adicionais que podem esclarecer ainda mais a rede de contatos de Epstein e a extensão das operações que ele fazia.
Com informações de CNN Brasil