O advogado Marcelo Bonfim entregou nessa sexta-feira (3), ao governador Romeu Zema (Novo), sua carta de renúncia à presidência do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Com um conhecimento amplo sobre a situação dos municípios mineiros, estava no governo desde 2021, quando recebeu o convite para integrar a equipe de Zema. Bonfim vai participar de um processo seletivo para a vice-presidência da Caixa Econômica Federal. Em Brasília, conforme nos já adiantamos na coluna, o nome dele é dado como certo. Para ocupar o cargo, além de ser indicado, é necessário passar por uma seleção. Servidor de carreira da Caixa há 33 anos, foi superintendente do banco em Minas por 22 anos e é tido como um quadro experiente e de altíssima qualidade técnica. Se for oficializado à frente do cargo, será o segundo mineiro em cargo mais importante no Governo Lula, que tem apenas um ministro de Minas Gerais, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG). A coluna conversou com políticos da direita e da esquerda e a notícia repercutiu bem. “É um espaço importante a ser ocupado por um mineiro, estamos na torcida”, disse uma das fontes. “Ele conhece mais de 580 municípios em Minas e tem um currículo impecável”, afirmou outra autoridade ouvida pela coluna.
Presidente do BDMG apresenta carta de renúncia e é cotado para vice-presidência da Caixa
Marcelo Bonfim já foi superintendente da Caixa Econômica Federal em Minas e se for oficializado vice-presidente do banco, após processo seletivo, será o segundo mineiro a ocupar um dos cargos mais importantes do Governo Lula
Marcelo Bonfim, presidente do BDMG