Em
Guapé
O
Por decisão do
O candidato a prefeito mais votado no ano passado, Thiago Sávio Câmara (PSDB), teve o registro de candidatura indeferido pela
Em 2022, ele teve o mandato de vereador cassado pela Câmara Municipal de Guapé em decorrência de dois processos. O primeiro foi motivado por uma denúncia relacionada a uma live realizada nas redes sociais, na qual o então parlamentar teria utilizado palavras de baixo calão, caracterizando quebra de decoro parlamentar.
O segundo processo, instaurado por outro denunciante, refere-se a uma suposta fraude na tramitação de um Projeto de Lei (PL) que solicitava a gratuidade na travessia da balsa entre Guapé e São José da Barra.
Mesmo com a candidatura indeferida e sob recurso, Thiago Sávio Câmara disputou as eleições municipais de 2024 e foi eleito com 40,23% dos votos válidos.
Na eleição suplementar, os eleitores elegeram Pedro Simões, conhecido como Doutor Pedro (PL), para prefeito, e Antônio Divino da Cunha (PSDB) para vice-prefeito.
São José da Varginha
Em São José da Varginha, no Centro-Oeste de Minas, a nova eleição foi motivada pela condenação de José Alves de Carvalho Neto, conhecido como Netinho (PP), por tráfico de drogas.
Em 2016,
De acordo com a
Os eleitores retornaram às urnas no dia 3 de agosto, elegendo Victor Paulino de Melo Pereira, conhecido como Victor Gordo da Saúde (Avante), como prefeito, e Ronaldo Maia (Avante) como vice-prefeito.
Martins Soares
Na Zona da Mata de Minas, em Martins Soares, o
O município foi o terceiro e último de Minas Gerais a realizar eleições suplementares em 2025 referentes ao pleito de 2024, sendo também o primeiro caso no estado em que a nova votação ocorreu em razão da cassação do prefeito eleito.
O prefeito Paulo Sérgio Pereira, conhecido como Serginho Jordão (PSDB), e o vice-prefeito Alex Sandro Franco de Andrade, o Alex do Adevalde (PSDB), foram eleitos em 2024, mas tiveram os mandatos cassados pela Justiça Eleitoral.
Ambos foram condenados por abuso de poder político e econômico durante a campanha eleitoral. A dupla foi acusada de comprar votos por meio da distribuição irregular de benefícios sociais.
Além da cassação dos diplomas, o ex-prefeito e o ex-vice-prefeito também foram condenados ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil, por terem sido beneficiados pela prática.