A Polícia Federal marcou uma nova rodada de depoimentos no
Até o momento, foram ouvidos o dono do Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que vai prestar um segundo depoimento, e o diretor de
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A PF investiga a participação de cada um dos envolvidos na venda de uma carteira de crédito falsa do Master ao BRB, por um valor estimado de R$ 12 bilhões. Durante seu depoimento, Vorcaro chegou a negar que tenha vendido os títulos e criticou a decisão do Banco Central em decretar a liquidação extrajudicial do seu conglomerado.
O Banco de Brasília chegou a tentar comprar o Master no início do ano. A transação ficou em análise pelo Banco Central desde março, até ser rejeitada em setembro. A autoridade monetária apontou riscos excessivos na operação, especialmente em relação aos ativos do Master, que não se alinhavam ao perfil do BRB e seus correntistas.
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Daniel Vorcaro, o Master e o BRB foram alvos da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, no dia 18 de novembro. A ação teve como objetivo combater a venda de títulos de créditos falsos pelo conglomerado de instituições do banco. Os títulos eram usados para alavancar sua capitalização, oferecendo taxas de juros em percentuais acima da média do mercado.
As apurações começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal para apurar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
Na época, o BC citou uma “grave crise de liquidez” do conglomerado, o que compromete significativamente a situação econômico-financeira, e citou “graves violações às normas que regem a atividade das instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
*Com Estadão Conteúdo