Integrantes da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiram ao
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que se o enredo tivesse sido realizado em 2022, durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL), o desfecho seria outro.
“Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e inelegibilidade vitalícia”, escreveu o parlamentar mineiro em seu perfil no X.
Já o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), criticou, em um vídeo, a ala intitulada “Neoconservadores em conserva”, que satirizou esse espectro político com fantasias de latas de conserva com o desenho de uma família formada por pai, mãe e duas crianças.
A escola escolheu 4 representantes dos grupos que, segundo a agremiação, “levantam a bandeira do neoconservadorismo”: o agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.
Zema afirmou que irá à Justiça contra o que considera um “preconceito religioso”.
“Agora eu vejo uma ala desse desfile do Lula colocando evangélico dentro de lata, como se fosse caricatura. Isso não é arte, isso é sim desrespeito. Você pode discordar de alguém, pode debater política, mas ridicularizar a fé de milhões de brasileiros é preconceito religioso. E preconceito religioso é crime”, declarou o chefe do Executivo mineiro.
Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) compartilhou um vídeo de um dos carros da escola que trazia a representação do palhaço Bozo preso e com tornozeleira eletrônica, em referência a Bolsonaro.
“Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”, escreveu.
Para o presidente do partido Novo, Eduardo Ribeiro, o desfile em homenagem a Lula configura propaganda eleitoral antecipada, como a sigla