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Segundo o deputado federal Zé Vitor (PL-MG), coordenador de Política na Câmara da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), medidas de protecionismo como incentivo à produção interna para fazer frente à competitividade de parceiros externos serão respondidas na mesma medida. Ou seja, o Brasil poderá criar mecanismos de proteção.
A expectativa é que o acordo seja aprovado até março, segundo o deputado. As negociações para chegar a um consenso levaram duas décadas. Chancelado pelos blocos comerciais, o tratado precisa ser aprovado pelos parlamentos dos integrantes.