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Em nota divulgada à imprensa, a presidente afirma que a prefeita, ao longo de sua vida pública e de sua atuação como militante dentro da legenda, demonstrou “competência na gestão das contas públicas, na promoção do desenvolvimento econômico e social, na geração de empregos, na defesa dos direitos das mulheres e na construção de parcerias intermunicipais de segurança e cidadania”.
De acordo com Leninha, essas serão as principais bandeiras de Marília no Senado, caso a prefeita consiga se eleger. “Tenho certeza de que ela terá condições de transformar essa bagagem em ação concreta”, escreveu a deputada.
O nome de Marília foi formalizado pelo Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) da sigla nesta quarta-feira (28).
Além de definir a primeira candidatura ao Senado, o PT ainda tem outras duas decisões a tomar: se lançará ou não um nome ao governo de Minas Gerais e se terá, ou não, outra candidatura ao Senado.
A prefeita de Contagem, no entanto, já havia indicado que, como condição para disputar as eleições e renunciar ao cargo na
Caso Marília seja eleita, será a primeira vez que o partido conseguirá eleger um nome ao Senado por Minas Gerais. Apesar de grandes figuras da legenda já terem tentado uma vaga, como a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2018, a vitória acabou ficando com os atuais senadores
A saga pelo governo de Minas
Apesar de Pacheco ainda ser o nome preferido do presidente Lula (PT) para reassumir o governo de Minas Gerais, após a derrota de Fernando Pimentel em 2018, o senador ainda não tem candidatura garantida na disputa eleitoral.
Conforme apurado pela reportagem, a possível candidatura de Pacheco divide o PT em Minas. Enquanto uma parte considera que ainda vale a pena insistir para que o senador seja candidato, outro grupo avalia que, a esta altura, o ideal seria buscar alternativas.
A direção estadual espera resolver a questão até, no máximo, fevereiro e, para isso, precisará administrar a disputa entre grupos encabeçados pelos deputados federais
Veja nota da presidente do PT na íntegra
A escolha da companheira Marília Campos para nos representar nas eleições para o Senado veio depois de muito diálogo e de diversas pesquisas. Essa decisão presenta a união entre experiência, compromisso social e capacidade técnica para somar ao povo brasileiro.
Marília é psicóloga experiente, militante do PT desde os anos 1980, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, vereadora, três vezes deputada estadual e hoje prefeita de Contagem, onde vem sendo reeleita com ampla votação e alto índice de aprovação. Tudo isso mostra o tamanho da experiência que vai além do executivo e do legislativo, que nos faz apostar sem medo nessa escolha. Ao longo de sua carreira, ela mostrou competência na gestão das contas públicas, na promoção do desenvolvimento econômico e social, na geração de empregos, na defesa dos direitos das mulheres e na construção de parcerias intermunicipais de segurança e cidadania.
No Senado, tenho certeza de que Marília terá condições de transformar essa bagagem em ação concreta para defender mais recursos para educação, mobilidade urbana, segurança pública, políticas de gênero, fortalecimento dos municípios e soluções estruturantes que beneficiem Minas Gerais e todo o país.