Ouvindo...

Após quebra de contratos, PBH faz compra emergencial de açúcar para atender escolas por 12 meses

Segundo a prefeitura, o açúcar refinado é usado pelas escolas, unidades socioassistenciais, restaurantes populares e cursos de formação

Álvaro Damião (União Brasil), prefeito de Belo Horizonte.

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) precisou fechar um contrato emergencial para garantir o fornecimento de açúcar para refeições em escolas e órgãos públicos do município. O contrato foi fechado com a empresa Nutri Comércio Ltda na última semana, no dia 3 de julho, prevendo mais de 112 mil pacotes de açúcar cristal, no valor de R$ 1,8 milhão.

A demanda surgiu após duas empresas não cumprirem o fornecimento de insumos, deixando de cumprir o contrato firmado com a prefeitura.

Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (10), durante visita de obras na Praça do Papa, na região centro-sul da capital mineira, o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) explicou que o valor não representa um gasto mensal, mas sim uma compra para suprir o estoque durante os próximos doze meses.

Segundo a prefeitura, o açúcar refinado, comprado através de licitações e contratos, é utilizado por órgãos ligados à Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, atendendo escolas, unidades socioassistenciais, restaurantes populares e cursos de formação.

Mais de setecentas unidades escolares e assistenciais recebem o insumo, utilizado em refeições para quase 150 mil estudantes e quatro mil usuários de serviços sociais. Nestes serviços, a prefeitura fornece oito milhões de refeições por mês.

Jornalista graduado pela PUC Minas; atua como apresentador, repórter e produtor na Rádio Itatiaia em Belo Horizonte desde 2019; repórter setorista da Câmara Municipal de Belo Horizonte.