Sobe para 19 número de mortos no ataque em Kiev; EUA dizem que 'ameaça planos de paz'
Segundo autoridades ucranianas, a ofensiva, um dos maiores ataques aéreos russos contra a Ucrânia, matou quatro crianças

Subiu para 19 o número de mortos, incluindo quatro menores, em um dos maiores ataques aéreos russos em Kiev. Os Estados Unidos qualificaram a ofensiva como uma "ameaça" para os esforços de paz de Donald Trump.
O ataque russo, realizado nesta quinta-feira (28), atingiu áreas centrais da capital e provocou danos significativos na representação da União Europeia (UE) e no escritório do British Council.
Segundo a AFP, uma bomba deixou uma cratera em um prédio residencial de cinco andares que ficou partido em dois. Uma creche e um shopping também foram atingidos. Outras 52 pessoas ficaram feridas.
Zelensky pediu novas sanções à Rússia e chamou o ataque de um "massacre horrível e deliberado de civis". "A Rússia não tem nenhum interesse na diplomacia. Prefere continuar matando a encerrar a guerra", acrescentou o presidente ucraniano.
Por outro lado, o Kremlin afirmou ter atacado alvos militares e insistiu que "continua interessado" na diplomacia, mas que os bombardeios contra a Ucrânia prosseguirão.
"As Forças Armadas russas estão cumprindo sua missão. Continuam atacando alvos militares e paramilitares", declarou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
A França e o Reino Unido condenaram o novo ataque russo, enquanto a UE e o Reino Unido convocaram os embaixadores da Rússia.
Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo



