O novo presidente dos
Em seu primeiro mandato Trump já tinha retirado o país do acordo. Na época, ele alegou que a situação prejudicava a economia americana e beneficiava outros países às custas dos Estados Unidos. Outro documento assinado na arena foi a determinação para enviar uma carta para a ONU explicando a decisão de se retirar do acordo. Trump disse enquanto assinava que o país deve “economizar cerca de um trilhão de dólares” com a medida.
Porém, enquanto Joe Biden estava como presidente ele foi imediatamente revertido. Agora, com a saída do
Ele afirmou no domingo (19), que assinaria “perto de 100” ordens executivas. “Com a minha caneta, revogarei dezenas de ordens executivas e ações destrutivas e radicais do governo Biden e, a esta hora amanhã, todas serão nulas e sem efeito”, acrescentou.
As medidas variam e abordam diversos assuntos, desde imigração até energia e tarifas, por exemplo.
O que é o acordo de Paris?
Assim como fez em seu primeiro mandato, de 2016 - 2020, Trump retirou o país do Acordo de Paris, nome dado ao compromisso assinado por quase 200 países para a redução de emissão de gases de efeito estufa, que tem o objetivo de conter
No acordo, cada país é responsável por desenvolver o seu próprio plano para manter o compromisso de evitar os piores impactos. Ele iniciou o mesmo processo em relação à Organização Mundial da Saúde (OMS).
Vale destacar, que os Estados Unidos já são o maior produtor mundial de petróleo e gás natural graças a um boom de perfuração de anos no Texas, Novo México e outros lugares alimentado pela tecnologia de fracking e fortes preços globais desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.
A retirada desta vez provavelmente levará menos tempo — apenas um ano — porque Trump não estará vinculado ao compromisso inicial de três anos do acordo.