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Fora das eleições, Doria anuncia volta para o setor privado 

Ex-governador paulista desistiu da disputa pelo Palácio do Planalto após PSDB indicar que apoiaria Simone Tebet, do MDB

João Doria desistiu de concorrer à presidência após boicote no PSDB

O ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (13) que voltará a atuar no setor privado. Três semanas após desistir da corrida pelo Palácio do Planalto por falta de apoio em seu partido, Doria informou que permanecerá no PSDB. 

Ele se reuniu com jornalistas para um café da manhã e disse que voltará a trabalhar no conselho do grupo Lide, do qual é um dos fundadores. 

Doria disse ter recebido um “honroso convite” para integrar o grupo a partir de 1º de julho. Hoje, o Lide é presidido pelo seu filho, João Doria Neto. 

"Não vou sair do Brasil. Continuarei aqui voltando para o setor privado de onde eu vim. Eu vim da vida pública para ser um gestor. Não sou um profissional da política", disse o ex-governador. 

O plano de Doria era disputar a presidência da República, mas, desde que se lançou pré-candidato, passou a enfrentar resistências internas no PSDB. Seu nome era criticado por colegas de partido, que consideravam sua candidatura um “projeto pessoal de poder”. 

Sem conseguir emplacar nas pesquisas e sem atrair apoio de outros partidos, Doria anunciou a desistência da pré-candidatura quando o PSDB indicou que iria apoiar o nome da senadora Simone Tebet (MDB) para o Planalto.

Alguns parlamentares do PSDB chegaram a cogitar que Doria poderia tentar uma vaga no Poder Legislativo, concorrendo a uma vaga na Câmara dos Deputados ou Senado. A ideia, no entanto, desagradou Doria.


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