A Hilux elétrica é equipada com uma bateria de 59,2 kWh e dois motores, um em cada eixo, garantindo tração integral permanente. A configuração entrega torque instantâneo, com 20,9 kgfm no eixo dianteiro e 27,3 Nm no traseiro. A autonomia estimada pelo ciclo europeu WLTP é de cerca de 258 quilômetros em circuito misto. No uso urbano, o alcance salta para 380 km, número que posiciona a picape modelo como uma alternativa voltada principalmente para o uso urbano, focado em frotas e aplicações comerciais específicas.
Mesmo eletrificada, a Hilux
Em contrapartida, os números de carga e reboque são inferiores aos das configurações a diesel, capazes de levar até uma tonelada: a capacidade de carga é de 715 kg, enquanto a de reboque pode chegar a 1.600 kg.
O visual segue a identidade mais moderna da nova geração da Hilux, com linhas retas e robustas. A versão elétrica se diferencia principalmente pela grade frontal fechada e por detalhes exclusivos. No interior, o modelo traz novas telas do painel de instrumentos digital e da central multimídia, ambas de 12,3 polegadas, além de novos sistemas de assistência ao motorista e recursos de conectividade.
Além da Hilux elétrica, a Toyota seguirá apostando em motores tradicionais e soluções intermediárias. A linha continuará oferecendo o motor 2.8 turbodiesel de 204 cv e 51 kgfm, agora associado a um sistema híbrido leve de 48V, opção que deve permanecer como a principal escolha em mercados onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada. Essa configuração preserva capacidades mais elevadas de carga, próximas de uma tonelada, e reboque de até 3.500 kg.
A Toyota Hilux elétrica será vendida no mercado europeu em meados de 2026, quando os preços serão anunciados. Espera-se que o modelo chegue às concessionárias com valores acima dos preços das versões a diesel.
Quando chega ao Brasil?
Já o lançamento no Brasil está previsto para 2027, uma vez que a fábrica da Toyota na Argentina ainda passará por