Toyota Corolla fica até R$ 5 mil mais caro em março; confira os preços

Sedã médio é oferecido em cinco versões, sendo três movidas apenas a combustão e duas híbridas flex

Líder absoluto do segmento de sedãs médios no Brasil, o Toyota Corolla sofreu reajustes de até R$ 5 mil na tabela de preços, a depender da versão. Apenas a configuração GLi Hybrid manteve o preço antigo.

Preços do Toyota Corolla (março de 2026)

  • Corolla XEi 2.0 flex CVT – R$ 174.990 (+R$ 1.700)
  • Corolla Altis Premium 2.0 flex CVT – R$ 203.790 (+R$ 2.300)
  • Corolla GR-Sport 2.0 flex CVT – R$ 203.790 (+R$ 2.300)
  • Corolla GLi Hybrid 1.8 flex – R$ 191.890 (sem aumento)
  • Corolla Altis Premium Hybrid 1.8 flex – R$ 206.990 (+R$ 5 mil)

Principais equipamentos de série

Todas as versões do Toyota Corolla são equipadas com sete airbags, controles de estabilidade e tração, faróis com acendimento automático, central multimídia Toyota Play 2.0 de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, câmera de ré, entre outros itens.

A configuração XEi adiciona painel digital de 12,3”, ar-condicionado digital, bancos de couro, chave presencial, aletas para a troca de marchas no volante, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistentes de pré-colisão e permanência em faixa, rodas de liga leve de 17”.

A variante esportivada GR-Sport se diferencia pelas lanternas e rodas com acabamento escurecido e suspensão com amortecedores e molas mais firmes. A lista de equipamentos ganha teto solar elétrico, ar-condicionado digital de duas zonas, faróis e lanternas de LED, carregador de celular por indução, alerta de ponto cego, sensor de reconhecimento de tráfego traseiro.

A Altis Premium adiciona acabamento interno nas cores bege e marrom, banco do motorista com regulagem elétrica e rebatimento automático dos retrovisores.

Motorizações e consumo

As versões XEi e GR-Sport são equipadas com o motor 2.0 flex aspirado de quatro cilindros com injeção direta, que gera 175 cv de potência e 21,3 kgfm de torque, associado ao câmbio automático CVT com dez marchas simuladas.

De acordo com o Inmetro, com essa motorização, o sedã tem consumo médio de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol ou 11,9 km/l e 14,5 km/l, respectivamente, quando abastecido com gasolina.

As configurações híbridas combinam o motor 1.8 flex aspirado de 101 cv a dois elétricos de 72 cv para entregar 122 cv de potência combinada (a Toyota não divulga o torque).

O consumo declarado da motorização híbrida é de 12,5 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada) com etanol ou 17,5 km/l (cidade) e 15,2 km/l (estrada) com gasolina.

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Guilherme Silva gosta do meio automotivo desde que se conhece por gente, mas começou a trabalhar no setor por acaso. São mais de 15 anos de experiência na área, com passagens por iCarros, Carsale, Webmotors, KBB e Mobiauto, além de ter colaborado com as tradicionais revistas Autoesporte, Motor Show e Quatro Rodas, produzindo matérias de diferentes temas e cobrindo eventos e salões no Brasil e no exterior.

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