Além da Shark (que ainda não deslanchou no mercado) e da
picape híbrida derivada do Song Plus, a BYD pretende ter no Brasil até cinco caminhonetes para aumentar a sua participação no país.
O vice-presidente da BYD no Brasil, Alexandre Baldy, adiantou à revista
Autoesporte que a marca investirá pesado no segmento nos próximos anos. O executivo confirmou que a empresa criou uma equipe dedicada ao desenvolvimento de picapes de diferentes tamanhos, sempre eletrificadas. “Seguimos focados na visão de que os nossos carros híbridos plug-in e elétricos são o futuro do mercado”, destacou.
Todas as picapes serão híbridas plug-in (PHEV) ou elétricas, uma vez que a BYD descartou versões híbridas plenas (HEV), híbridas leves (MHEV) ou com extensor de autonomia (REEV).
Como serão as picapes da BYD
O modelo híbrido flex de porte intermediário baseada no SUV Song Plus será o primeiro lançamento da nova safra de picapes da marca no país. O modelo terá porte semelhante ao da Fiat Toro e apostará na eficiência do conjunto mecânico para atrair novos consumidores.
Uma picape compacta também está nos planos para competir no
segmento dominado pela Fiat Strada. Esse modelo estaria com o projeto bem adiantado para estrear em 2027, possivelmente com o mesmo conjunto motriz do Song Plus:
motor 1.5 aspirado, adaptado para rodar com etanol, combinado a um elétrico.
Posicionada acima desses dois modelos, uma picape média mais competitiva que a Shark também será lançada para competir na categoria da Toyota Hilux. Detalhes sobre a plataforma (monobloco ou chassi de longarinas) e conjunto mecânico ainda são mantidos em segredo. Sabe-se apenas que a novidade será híbrida, descartando uma eventual motorização a diesel.
Por fim, a BYD também cogita lançar uma picape de grande porte, maior que a Shark, para brigar contra Chevrolet Silverado, Ford-150 e Ram 1550, todas movidas apenas por motores V8 a gasolina e sem eletrificação.
Projeções:
KDesign e
Sr. Design