Sicário de Vorcaro: Sergio Moro diz que Caso Master está ficando ‘cada vez mais bizarro’

Ele diz ainda que o caso voltou a andar nas mãos do novo relator, ministro André Mendonça, que determinou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro

Senador Sergio Moro (União Brasil)

O senador Sergio Moro (União Brasil) comentou, nesta quinta-feira (5), nas redes sociais, a tentativa de suicídio de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” de Daniel Vorcaro, banqueiro dono do Banco Master preso novamente nessa quarta-feira (5) em São Paulo.

“O tal do Sicário, que é um capanga do Daniel Vorcaro, aparentemente suicidou-se, ou tentou o suicídio enquanto estava na prisão da Polícia Federal. Esse escândalo do Banco Master fica cada vez mais bizarro”, afirma.

“Primeiro, a gente tem uma fraude financeira, a maior da história, R$ 42 bilhões. Conexões com gente muito poderosa, incluindo transações com uma empresa do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, que era relator do caso e não queria largar, apesar de ter relação com o principal investigado”, segue o senador.

Ele diz ainda que o caso voltou a andar nas mãos do novo relator, ministro André Mendonça, que determinou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro.

“Olha, quem vê a decisão vê que as ações dele eram coisa de gângster. Na CPI do Crime Organizado, a qual eu integro, nós estamos tentando auxiliar a Polícia Federal e o próprio ministro André Mendonça. Vamos ver até onde essa história vai parar, mas ela está ficando, como eu disse, cada vez mais bizarra. Isso é verdadeiro”, conclui.

Prisão de Vorcaro

Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal nesta quarta-feira em nova fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude na instituição financeira. A prisão ocorreu por determinação do ministro André Mendonça, Supremo Tribunal Federal (STF). Vorcaro foi levado para a sede da PF na Lapa, Zona Oeste de São Paulo.

Conforme informações da PF, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.

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